Botafogo vence o Madureira no São Januário: 2 a 1

24 de janeiro de 2014

#Futebol #Campeonato Carioca


Em jogo antecipado da quarta rodada do Campeonato Carioca, Botafogo vence por 2 a 1 o Madureira. Os times entraram em campo nesta quinta (23), no estádio São Januário. O jogo aconteceu com duas semanas de antecedência a pedido do Botafogo.

O time principal do Botafogo, que esticou a pré-temporada durante as duas primeiras rodadas do Carioca, fez sua primeira apresentação diante de sua torcida e agradou no São Januário.

O primeiro gol da partida foi marcado pelo estreante Jorge Wagner, camisa 10 do Botafogo, aos 27 minutos do primeiro tempo. Com um primeiro tempo movimentado e com poucos erros de passe, o jogo esfria após o gol do Botafogo.

Logo no início do segundo tempo, Henrique faz o segundo gol do Botafogo, marcando o primeiro dele no time. Após o passe de Júlio César, Henrique marca de cabeça. O time continua animado após dois gols e continua dominando o jogo no segundo tempo.

O Madureira altera o placar com um gol de Carlinhos. O camisa 10 dominou a bola, adianta e chutou para o gol. Jefferson não conseguiu chegar a tempo. Durante o jogo, o time havia perdido oportunidades de gols, mas no final do segundo tempo consegue marcar pelo menos um.

O curto período de intervalo entre os jogos da segunda rodada e o de hoje, antecipado, levou o sindicato dos atletas do Rio a entrar com liminar na Justiça do Trabalho pedindo o adiamento do jogo. O sindicato argumentou que há uma regra da CBF que determina descanso de 66 horas entre uma partida e outra – o que Botafogo e Madureira, que jogaram na terça-feira, não cumpriram. O pedido não foi atendido.


Fonte: Agência Brasil (via portal EBC)

Em 2013, 14 obras foram retiradas da matriz da Copa

18 de janeiro de 2014

Esporte



Em 2013, 14 obras foram retiradas da matriz da Copa
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-18/em-2013-14-obras-foram-retiradas-da-matriz-da-copa
Jan 18th 2014, 10:28


Pedro Peduzzi e Marcelo Brandão

Repórteres da Agência Brasil
Brasília - Em sete anos de preparação para a Copa do Mundo, a Matriz de Responsabilidade sofreu uma série de alterações. Na última, em novembro de 2013, 14 obras foram retiradas do documento, que representa o compromisso de cada cidade com projetos considerados imprescindíveis para o torneio. Dentre as obras retiradas da matriz, a maioria trata de mobilidade urbana. De acordo com o Ministério do Esporte, no entanto, nenhuma dessas obras deixará de ser concluída.
"As obras excluídas da matriz passam a fazer parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e serão entregues à população, pois são projetos, em sua maioria, já previstos pelo Poder Público para melhorar a infraestrutura e os serviços de transportes nas cidades", explicou o órgão, por meio de sua assessoria.
Na opinião de Paulo Henrique Azevedo, coordenador do Laboratório de Gestão do Esporte, da Universidade de Brasília (UnB), faltou um planejamento maior ao Brasil. "Tudo que nós observamos de benefícios, de falhas e de impacto que a Copa está proporcionando se relaciona com gestão, uma atividade fundamental para esse tipo de evento. Nós temos problemas para fazer uma série de tarefas onde, inclusive, não faltam recursos".
Azevedo cita a tentativa brasileira de sediar as Olimpíadas de 2000 como um exemplo do que poderia ter sido feito. Ele acredita que um grande projeto, com previsão de vários eventos esportivos ao longo dos anos, daria mais garantia aos comitês desses jogos e, também, ao próprio país, de que tudo sairia como o previsto.
"Para os jogos de 2000 não vingou, mas olha quanto tempo se passou. Poderíamos ter feito um projeto consistente para o Pan-Americano de 2007, para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas [de 2016]. Se o país apresenta um projeto para 2007, já sinalizando que pretende pleitear eventos maiores, as chances de ganhar se ampliam. Além disso, fica muito mais fácil entender que é um projeto sério, plausível", analisa o coordenador.
Paulo Henrique entende que um dos maiores legados da Copa é justamente a consciência da necessidade de investimentos em gestão, em planejamento a longo prazo. Para ele, os problemas ocorridos na preparação da Copa de 2014, pode ser um aprendizado para outro evento de grande porte que ocorrerá no país: as Universíades de 2019. "A equipe responsável por planejar as Universíades de 2019 deveria se reunir no começo de 2014 para tratar do evento. As coisas não podem acontecer quando a imprensa começar a pressionar, questionando se vai dar tempo. Não pode ser assim, na pressão. Tem que ser na organização".
Azevedo acredita que o Brasil sairá fortalecido da Copa do Mundo e que a população não veria tantas melhorias em tão pouco tempo. "Obras de saneamento básico nas capitais, estrutura de transporte, aeroportos. Se não houvesse essa Copa, nós dificilmente estaríamos nos mobilizando e pressionando para a coisa acontecer".
Essa opinião é compartilhada por gestores das cidades-sede, como o secretário estadual para Assuntos da Copa do Mundo da Bahia, Ney Campello. Ele explica que as obras do metrô de Salvador não estavam previstas na Matriz de Responsabilidade. O que havia era uma obra para 19km de Transporte Rápido por Ônibus (BRT), que saiu da matriz e foi substituído, no PAC, pelo metrô. "Não temos o metrô na matriz, mas a agenda do evento atuou acelerando esses projetos. Para a Copa teremos 7,5 quilômetros [km] de metrô funcionando, de uma malha metroviária total de 34 km".
O secretário especial da Copa 2014 no Ceará, Ferruccio Feitosa, também crê que o estado não seria teria o volume atual de investimentos sem a Copa. "Um dos grandes legados do Mundial é acelerar o aporte de investimentos para Fortaleza e para o estado. Em ritmo normal, caso a cidade não tivesse sido contemplada como sede, o volume de recursos e a velocidade desse repasses seriam menores".

Edição: Marcos Chagas
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Cidades-sede aproveitarão a Copa para consolidar turismo

Esporte



Cidades-sede aproveitarão a Copa para consolidar turismo
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-18/cidades-sede-aproveitarao-copa-para-consolidar-turismo
Jan 18th 2014, 09:57


Pedro Peduzzi e Marcelo Brandão

Repórteres da Agência Brasil
Brasília - O turismo e a capacitação profissional foram apontados por pessoas envolvidas com a Copa do Mundo, nas cidades-sede, como os grandes benefícios que o evento proporcionará. A maioria delas citou um dos dois ou até ambos os pontos como melhorias significativas em seus respectivos estados.
O incremento turístico foi um dos principais legados em cidades como Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza. "O turismo também se desenvolve muito [com a Copa]. Fortaleza já é um destino consolidado no Brasil. A nossa meta é aproveitar a exposição para reforçar o nosso perfil em escala mundial", explicou o secretário especial da Copa 2014 no Ceará, Ferruccio Feitosa.
O coordenador do Laboratório de Gestão do Esporte, da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Henrique Azevedo, acredita nos benefícios do turismo com a Copa Mundo. Para ele, o Brasil pode implantar uma agenda turística mais consistente. "O turismo vai ser implantado de maneira definitiva, o que não ocorre se você parar para pensar. Só a cidade de Paris recebe muito mais turistas, por ano, do que todo o Brasil. Com a Copa, poderemos atrair mais negócios".
Já a capacitação profissional foi apontada por especialistas de Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Manaus e Salvador, como outro importante benefício para a Copa. As opiniões, em geral, se baseiam nos vários programas de ensino de idiomas e ofícios relacionados ao atendimento a turistas, como recepcionista, garçom e organizador de eventos, entre outros. Profissionais que acompanham os legados das obras da Copa em Natal, em Curitiba e em Cuiabá, também foram contatados pela reportagem, mas não responderam.
O coordenador da UnB reconhece a importância dos programas de capacitação, mas discorda sobre esse ser um legado de destaque. "O número de pessoas capacitadas não é impactante na economia brasileira e não sabemos se esses programas vão continuar após o evento. Será que depois da Copa as organizações empresariais vão dar segmento a esse projeto?".
Entre os outros benefícios lembrados estão as obras no sistema de mobilidade urbana, o contato com culturas de outros países e a visibilidade internacional que o evento proporcionará. "Após o sorteio dos grupos do Mundial, a Fifa [Federação Intenacional de Futebol] e a Embratur – Empresa Brasileira de Turismo - trouxeram jornalistas de agências de notícias de vários países para Porto Alegre. Eles estiveram aqui para levar informações sobre a cultura da cidade, dando uma visibilidade incrível à capital gaúcha", disse secretário extraordinário da Copa em Porto Alegre, João Bosco Vaz.

Edição: Marcos Chagas
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Infraestrutura será o maior legado da Copa, avalia Sinaenco

Esporte



Infraestrutura será o maior legado da Copa, avalia Sinaenco
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-18/infraestrutura-sera-maior-legado-da-copa-avalia-sinaenco
Jan 18th 2014, 09:24


Pedro Peduzzi e Marcelo Brandão

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – A menos de cinco meses da Copa do Mundo, o Brasil entra na reta final dos preparativos. Apesar de não ter desenvolvido um plano de infraestrutura capaz de beneficiar todas as cidades-sede da forma como parte da população esperava, haverá ganhos segundo as avaliações do Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) e do Ministério do Esporte.
Para o governo federal, até a frustração com os legados das obras resultaram em algo positivo, já que as manifestações ocorridas durante a Copa das Confederações foram apontadas como a retomada do exercício de cidadania pelos brasileiros.
"Essas manifestações fizeram da mobilidade urbana a pauta da década e o grande desafio para dar qualidade de vida às cidades brasileiras. E isso já chegou [aos ouvidos] do governo federal", disse à Agência Brasil o vice-presidente do Sinaenco, João Alberto Viol. Ele acrescentou que a decisão de fazer a Copa do Mundo no Brasil, possibilitou a discussão dos problemas do país.
Viol ressaltou que um dos aspectos principais desses debates foi a falta de mobilidade urbana. "A sociedade já sentia isso, como bem mostraram as manifestações. Esse é, há alguns anos, o maior problema das cidades brasileiras", acrescentou.
Para o vice-presidente do Sinaenco – que durante a gestão na presidência do sindicato desenvolveu um trabalho de acompanhamento das obras relacionadas à Copa de 2014 – o país não fez "totalmente a lição de casa", ao não elaborar um plano de infraestrutura, que deveria ter sido avaliado e cumprido de forma mais satisfatória.
"Ainda que não tenhamos conseguido êxito em um grande número de obras, inicialmente previstas, haverá, sim, benefícios à população. Até o início dos jogos podemos esperar a conclusão de algumas obras de mobilidade", disse João Alberto Viol. "Mas é muito importante que as obras de mobilidade continuem, mesmo que depois da Copa. Não se pode esperar algo que não seja isso", enfatizou.
Entre as obras que o Sinaenco destaca como maiores legados para o país estão os aeroportos, os estádios, terminais portuários destinados aos turistas e a antecipação da tecnologia de quarta geração para a telefonia móvel (4G).
"Os seis portos [Natal, Fortaleza, Manaus, Recife, Salvador e Santos], que eram de carga e foram reformados para receber passageiros, estão entre as obras previstas para a Copa. Certamente não serão tão usados durante o evento porque os navios de cruzeiro estarão na Europa, onde será alta temporada. Mas isso não tira deles a importância como legado, já que vão potencializar bastante o turismo no país", argumenta o integrante do Sinaenco.
Muitas obras em aeroportos ficarão apenas parcialmente prontas até junho e tanto o Sinaenco como a Infraero não acreditam em maiores problemas para os usuários. "Ainda que alguns aeroportos fiquem devendo, isso provavelmente não implicará em riscos de comprometimento dos jogos. Já temos um histórico de grandes eventos nacionais que ampliam bastante a demanda por voos, com picos até maiores do que o esperado para a Copa", disse Viol.
Para evitar maiores problemas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que está redefinindo a malha de voos regulares para o período da Copa. A empresa pretende garantir o atendimento das demandas específicas para o evento. Serão redistribuídos os slots (horários de pousos e decolagens) de 25 aeroportos. Doze deles nas cidades-sede e 13 localizados a uma distância de até 200 quilômetros dos locais dos jogos.
"Claro que poderemos ter situações de aeroportos superlotados e com as obras ainda não concluídas e pode ocorrer, eventualmente, alguns atrasos ou cancelamentos. Mas não será muito diferente do que já é nosso cotidiano. Mesmo que seja no sufoco, a situação será contornável", acrescentou. Entre os legados aeroportuários, o Sinaenco destaca o do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), que agregará mais 12 milhões de passageiros por ano aos atuais 35 milhões.
Já o Ministério do Esporte avalia que os legados não estão restritos às obras físicas e abrangem, também, o que classifica por legados "sociais" e "intangíveis". Entre os "legados sociais", representantes do ministério destacam as qualificações profissionais de milhares de brasileiros para recepcionar turistas estrangeiros e brasileiros.
"Só no Pronatec Copa, mais de 90 mil pessoas estão sendo capacitadas para atuar no Mundial. Sem contar as iniciativas individuais e de empresas privadas, como os cursos de línguas que hotéis estão oferecendo a seus trabalhadores", informou por meio de nota à Agência Brasil.
Entre os legados classificados como intangíveis - que não pode ser determinado com precisão -, os técnicos destacam o trabalho de integração de sistemas e ações das instituições de segurança dos estados e da União que permitirá, por exemplo, ações de controle de acesso em estradas e aeroportos, além do trabalho de inteligência. Foram investidos R$ 1,9 bilhão em equipamentos e na montagem de 14 centros de comando e controle (dois nacionais e 12 regionais) para integrar esses sistemas. Após a Copa do Mundo, esse legado terá, como destino, os órgãos de segurança.

Edição: Marcos Chagas
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Estádios que sediarão jogos da Copa arrecadaram R$ 176,5 mi em 2013

Esporte



Estádios que sediarão jogos da Copa arrecadaram R$ 176,5 mi em 2013
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Jan 18th 2014, 09:33


Pedro Peduzzi e Marcelo Brandão

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Os R$ 8 bilhões gastos com a construção e a reforma dos estádios que sediarão os jogos da Copa do Mundo apresentaram, em 2013, os primeiros retornos financeiros. Dos 12 estádios que serão palco dos jogos, seis já estão prontos. Neles, foram arrecadados R$ 176,5 milhões apenas com a venda de ingressos para o Campeonato Brasileiro de 2013 – recorde histórico, após um aumento de 49% na comparação com a receita obtida no ano anterior. Nos 380 jogos do torneio, quase 6 milhões de torcedores pagaram ingresso, número 15% superior ao registrado em 2012.
Com a ajuda da Copa das Confederações, foram batidos também recordes no setor de turismo. Segundo o Ministério do Esporte, o país ultrapassou pela primeira vez a marca de 6 milhões de turistas no decorrer de 2013. A receita obtida a partir dos gastos dos turistas estrangeiros foi US$ 6,13 bilhões, entre janeiro e novembro, recorde histórico para o período.
Só com a venda de artesanato, foram movimentados R$ 2,7 milhões durante o período de jogos. Além disso, R$ 100 milhões em novos negócios foram gerados por micro e pequenas empresas brasileiras devido as obras e aos serviços gerados. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) fechou negócios da ordem de R$ 1,8 bilhão no Projeto Copa, durante o torneio de 2013. A ação reuniu 1,4 mil empresários.
O Brasil contabilizou, durante o evento, ganhos que provavelmente serão batidos durante a Copa do Mundo. Tendo por base levantamento da empresa Ernst & Young, o ministério estima que a preparação da Copa do Mundo movimentará, entre 2010 e 2014, R$ 142,39 bilhões adicionais na economia nacional, gerando 3,63 milhões de empregos e R$ 63,48 bilhões de renda para a população.
Segundo o ministério, foram gerados 24,5 mil empregos diretos com a construção das seis arenas utilizadas na Copa das Confederações. As novas arenas têm o conceito multiuso, com espaços para shows, restaurantes, centros de convenções, feiras, exposições e permitirão várias outras fontes de recursos e possibilidades de uso.
"Na comparação com os estádios de outros países, os nossos estão entre os mais modernos e avançados. No entanto, estão também entre os mais caros, com o custo, por acento, entre os mais altos do mundo", disse à Agência Brasil o vice-presidente do Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), João Alberto Viol.
Estudo do Sinaenco mostra que de todas as obras previstas na Matriz da Copa, os estádios foram os que apresentaram maior aumento de custo. Ao longo de quatro anos, a previsão de gastos com os estádios passou de R$ 5,66 bilhões para os atuais R$ 8 bilhões.
Em termos absolutos, a obra mais cara foi a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha (R$1,4 bilhão), em Brasília. Há quatro anos, a previsão era que o estádio custaria R$ 745,3 milhões, um sobrepreço de 88,3%. Em segundo lugar, está a reforma do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (R$ 1,05 bilhão). Antes, a expectativa era que a obra fosse feita por R$ 600 milhões – sobrepreço de 75%.
Cinco estádios estão entre as dez obras previstas na Matriz da Copa que apresentaram, em termos proporcionais, maior sobrepreço. O Beira Rio ocupa a terceira colocação nesse ranking, com um aumento de 153,8% em relação ao preço inicial, passando de R$ 130 milhões para R$ 330 milhões. Em sexto lugar está o estádio de Brasília; em sétimo o Arena da Baixada, em Curitiba, com um aumento de 77,1% (passando de R$ 184,5 milhões para R$ 326,7 milhões); em oitavo o Maracanã; e em décimo o Mineirão (63,1%), que passou de R$ 426,1 milhões para R$ 695 milhões.
Apesar de altos, esses gastos representaram mudança radical em um cenário que, em 2007, era de estádios construídos entre as décadas de 1960 e 1970. "Estavam aos pedaços. Agora temos 15 estádios de primeira linha: os 12 destinados aos jogos e, ainda, o do Palmeiras e o do Grêmio, além do [Estádio] Independência, em Minas Gerais", avalia o integrante do Sinaenco. Ele não vê grandes riscos de atrasos nas obras, "até porque, como são essenciais para o evento, eles foram a grande preocupação do governo federal".
De acordo com o Ministério do Esporte, as obras nos seis estádios remanescentes serão entregues a tempo. A previsão é concluir, ainda em janeiro, as obras dos estádios Arena das Dunas, em Natal, e do Beira Rio, em Porto Alegre. A Arena Pantanal, em Cuiabá, será concluída até o fim de fevereiro, e a Arena da Baixada, em Curitiba, será finalizada entre fevereiro e março. O último estádio a ser concluído será o Itaquerão, em São Paulo, na primeira quinzena de abril."


Edição: Marcos Chagas
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